Transtornos Alimentares

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E ai pessoal, como vocês estão? Hoje o tema vai ser bem serio! Vamos conversar sobre transtornos alimentares. Ver o que acontece, entender que é uma doença e saber quais são os principais sintomas, para poder ajudar ao próximo ou  a si mesmo!

Transtorno Alimentar

O transtorno alimentar (TA) ou a disfunção alimentar  é um problema a nível mental que se define por padrões de comportamento alimentares que não são comuns e afetam a saúde física ou mental do indivíduo de forma negativa. A causa dos transtornos alimentares não é clara. Tanto a interação biológica como a interação ambiental pode contribuir para a doença.

Os Transtornos Alimentares são caracterizados por perturbações no comportamento alimentar, podendo levar ao emagrecimento extremo (caquexia – devido à inadequada redução da alimentação), à obesidade (devido à ingestão de grandes quantidades de comida), ou outros problemas físicos.

Os principais tipos de Transtorno Alimentares são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa, e ambos têm como características comuns: uma intensa preocupação como o peso e o medo excessivo de engordar, uma percepção distorcida da forma corporal, e a auto-avaliação baseada no peso e na forma física.

Os distúrbios alimentares são mais comuns a se desenvolver na adolescência e no começo da vida adulta. Eles podem estar relacionados a uma série de consequências psicológicas, como ansiedade e pressões sociais para o chamado ‘corpo perfeito’.

Os transtornos alimentares envolvem uma perturbação da alimentação ou do comportamento relacionado à alimentação, que costumam incluir

  • Alterações dos alimentos ou da quantidade consumida pela pessoa
  • Medidas que as pessoas adotam para evitar que os alimentos sejam absorvidos (por exemplo, induzindo o vômito ou tomando laxantes)

Para que um comportamento alimentar incomum seja considerado um transtorno, o comportamento precisa continuar por um determinado período e causar prejuízo significativo à saúde física da pessoa e/ou à capacidade de desempenhar funções na escola ou no trabalho ou afetar negativamente as interações da pessoa com outros.

O ideal cultural de magreza pode afetar o indivíduo por influência social e cultural acabando por atuar na etiologia desta condição médica. Um distúrbio alimentar pode ser diagnosticado apenas uma vez num determinado momento

IMPORTANTE: De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Americana de Psiquiatria, um por cento da população mundial – cerca de 70 milhões de pessoas – sofrem com transtornos alimentares.

Tipos de transtornos

Anorexia nervosa

Caracterizada por uma busca incessante pelo emagrecimento, com frequente imagem corporal distorcida, medo extremo de ganho de peso a restrição calória, com resultado o peso corporal fica significativamente baixo.

A pessoa com anorexia nervosa limita a ingestão de alimentos, mas outro sintoma pode ser em relação a comer compulsivamente e, em seguida, compensar isso por meio de vômitos ou o uso de laxantes. A pessoa com esse transtorno tende a limitar seu consumo de alimentos num nível que pode prejudicar sua saúde. Embora a palavra anorexia signifique perda do apetite, muitas pessoas com anorexia nervosa não perdem o apetite até estarem muito emaciadas.

Bulimia nervosa

Caracterizada por episódios repetidos de ingestão rápida de grandes quantidades de alimentos, seguidos por tentativas de compensar o excesso de alimentos consumidos. Por exemplo, é possível que a pessoa induza o vômito ou tome laxantes. As quantidades de ingestão alimentar é tão alta que o indivíduo costuma a parar somente quando sente grande desconforto no estômago, então após parar inicia o arrependimento e a vontade de fazer algo imediato para resolver o ‘problema’.

Transtorno alimentar restritivo evitativo

Caracterizado pelo fato de que a pessoa come muito pouco ou evita comer determinados alimentos, mas diferentemente da anorexia e a bulimia, a preocupação não é somente ligada a imagem corporal, mas sim com os alimentos especificamente. Geralmente, a pessoa com esse transtorno é extremamente exigente em relação aos alimentos e aos tipos de alimento. Por exemplo, é possível que ela evite alimentos que têm uma determinada cor, consistência ou odor. Algumas pessoas têm medo das possíveis consequências adversas da alimentação, como asfixia ou vômito.

Transtorno da compulsão alimentar

Caracterizado pela ingestão de uma quantidade de alimentos excepcionalmente maior que a quantidade que a maioria das pessoas consumiria em um período semelhante e em circunstâncias semelhantes. A pessoa sente perda do controle durante e após um episódio de compulsão alimentar. O episódio de alimentação compulsiva não é seguido por purgação ou outras tentativas de compensar o excesso de alimentos consumidos. Normalmente pode ser associado a condições psicológicas e a algum tempo de gatilho, que faz com que a pessoa ingira altas quantidades de alimentos compulsivamente.

Picamalacia

Ocorre quando a pessoa ingere regularmente substâncias que não são alimentos, o indivíduo sente atração palatativa por coisas não alimentares. Por exemplo: tijolo, sabonete, fita adesiva.

Causas

Pessoas com depressão, ansiedade e transtorno obsessivo compulsivo  (TOC) estão propensas a um distúrbio alimentar.

Fatores de risco:

  • Culto excessivo ao corpo;
  • Maus hábitos alimentares;
  • Distorção da imagem corporal;
  • Autoestima baixa;
  • Sentimento de culpa;
  • Questões hormonais;
  • Distúrbios emocionais.

Tudo isso está ligado às seguintes condições: saúde psicológica, sociocultural, biológica e genética.

Tratamentos

Existe tratamento para a maioria dos casos de transtornos alimentares, que normalmente envolve ajuda psicológica, uma dieta adequada, uma quantidade normal de exercício físico e diminuição de tentativas de livrar-se da comida.

Ocasionalmente é necessária hospitalização. A medicação pode ajudar com alguns dos sintomas associados. A cada cinco anos, cerca de 70% das pessoas com anorexia e 50% das pessoas com bulimia conseguem recuperar. A recuperação do transtorno de compulsão alimentar é menos precisa, sendo estimada entre 20% a 60%.

Importante: Todo transtorno alimentar faz com que o indivíduo corra risco de morte, por isso é importante o diagnóstico precoce e que seja feito por um profissional qualificado.

Pessoal, por hoje é isso! Devemos nos manter consciente em relação a alimentação, saúde e imagem corporal. Diante de todas informações que recebemos em relação a alimentação e importante que consigamos filtrar o que se deve levar a sério e o que devemos descartar.

Até a próxima!!

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